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Archive for the ‘dicas de sobrevivência’ Category

Algumas de suas marcas favoritas e já conhecidas no Brasil também estão nas prateleiras dos supermercados da Inglaterra, mas muitas vezes com nomes diferentes. Para não se confundir e poder fazer um pedido com facilidade, aí vai uma lista que pode lhe ajudar:

No Brasil                                           Em UK

  • Kibon                                      Wall
  • Ruffles                                     Walkers
  • Sucrilhos                               Frosties
  • Omo                                         Persil
  • Axe                                          Lynx
  • Becel                                        Flora
  • Rexona                                   Sure
  • Leite Moça                            Carnation

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Os ingleses amam fish and chips, mas é claro que o cardápio vai muito além disso. Eu passei um ano maldizendo suas comidinhas e sonhando em voltar a cair de boca no feijão, bife, pão francês, suco de melancia e mamão papaya, mas agora que voltei ao Brasil sinto saudade de algumas gostosuras  que se come com frequência por lá.

Fish and chips – eu não sinto saudade da iguaria. não vejo graça alguma em comer batata frita com peixe empanado,  mas é um clássico e você precisa provar. O estranhíssimo é que os ingleses amam alucinadamente e ainda “incrementam” com vinegre malt, para dar um azedinho à batata.  Eles também apreciam Wedges – batatas cortada em quatro, como flor, e frita, em vez da batata palito. A iguaria pode ser encontrada em qualquer esquina da cidade, do centro ao subúrbio.

English Tea – O típico English Tea é a infusão do chá preto acrescido de leite frio. Eu gosto muito e também adorava ir ao supermercado e ver a imensa variedade de sabores Twilling – deliciosos, perfumados e a preço de banana. Meus favoritos são – Gengibre e Baunilha e Nectar Africano, que vinham em saquinhos. Boas opções de ervas para infusão são encontradas na  Whittard of Chelsea, com várias lojas charmosinhas pela Oxford Street.

Um típico Afternoon Tea vem com chá, scones (pãezinhos macios com passas), cream cheese, geléia de morango,  tarteleles de frutas como blueberry (mirtilo), ou damasco; sanduiches triangulares de pão de forma recheados de pepino e de salmão defumado. O mais tradicional chá é servido no Hotel Ritz, mas você pode economizar seus pounds e provar o chá das 5 no Café Concerto na Regent Street, próximo a Piccadily Circus.

O Full English Breakfast que eu torci no nariz no começo, hoje em dia me faz sentir água na boca. Para mim, a refeição era ideal para fins de semana, em que se acorda tarde e seu café da manhã na verdade é um almoço. Além do chá, inclui torradas, feijão assado (aquele ao molho vermelho, da latinha Heinz), cogumelos refogados, tomate assado, bacon, ovos, e english sausage – algo entre a salsicha e a linguiça. Na Escócia, o prato inclui também Haggis – um processado de fígado de carneiro.


Em casa, come-se muito cereais também, inclusive tem Sucrilhos, que chama-se Frosties por lá. As padarias como as que conhecemos por aqui não são comuns, mas cafeterias como Starbucks são muito populares, seja de grandes redes, ou na lojinha do indiano. Toma-se aquele copão de café ou chá com leite no caminho do trabalho acompanhado de um muffin recheado de ovos e bacon – como o café da manhã que o McDonalds serve por aqui.

Almoço / Jantar – O Sunday roast é o prato típico composto por fatias de carne assada, bovina ou de cordeiro, com gravy (molho de carne), acompanhadas de legumes cozinhos – ervilhas, cenouras, brocolis ou brussels (couve de bruxelas, aquela que parece um repolho em miniatura) – batatas assadas ou purê, e Yorkshire Pie – essa massa assada feita de farinha e manteiga.

A culinária inglesa também conta com uma variação de tortas salgadas. Dentre as preferidas dos ingleses está a Kidney beef pie – massa assada recheada de pedaços de rim, com cebola e cogumelos. Outra tradicional é a Shepherd Pie – pure de batata recheado com carne moida (bovina ou de cordeiro), cebolas e cenouras.

Para os dias mais corridos é comum substituir almoço por um lanche caseiro, ou comprado em cafeterias e supermercados para viagem. Comumente são sanduíches naturais – pão integral com salmão defumado e cream cheese ou recheado de ovo cozido e maionese. Também compõem esse lanche/almoço rápido sucos (de preferencia os viciantes smoothies, que não são diluidos),  iogurtes com framboesa; sopas em tigelas de isopor, saladas, humous com cenourinhas, ciabatas tostadas com recheios de pasta de frango ou atum e até pequenas porções de sushi e sashimi.

Outra iguaria para os mais corajosos é o hiper popular Kebab. Se por aqui, o sanduiche ou wrap de fatias de carne de cordeiro tem pinta de bacana em kebaberias, em Londres, é o equivalente ao nosso churrasco grego, encontrado nas budegas mais sujas.

Sobremesas – Aqui, eles capricharam. Cup Cakes e muitos glaces, Muffins de Blueberry ou Chocolate; muito chocolate bom e  barato, tarts de mil berries, ginger bread (aquele bonequinhos de natal), brownie, bolo de cenoura com passas e glace, bolo de frutas, chesecakes, mousse de chocolate com menta, apple crumble – tudo acompanhado de custard (um creme leite, ovo e açúcar).

Bebidas -Guaraná e água de coco só são encontrados em em restaurantes brasileiros. Sucos verdadeiramente naturais custam fortunas. A solução são smoothies – quase um pure de fruta – vendidos em garrafas ou Tetra Parks nos mercados. Eles também tomam Ribena um concentrado de blackcurant – uma fruta que nunca vi – que lembra groselha.

Felizmente, o café não é tão ruim como eu esperava, mas não é como o nosso. Há zilhões de cafeterias por todos os lados, mas eles costumam tomar café tipo americano, mais fraco e em grande quantidade, como Starbucks. A rede tem lojas a cada quarteirão, vizinhas de outras 4 grandes redes concorrentes, de qualidade superior. Há espresso, mas são extremamente forte e curtíssimos, equivalente ao nosso café curto. Se pedir um double, virá maior quantidade, mas com um jato bastante concentrado. O bom é que usam sempre brown sugar – parente do açúcar mascavo.

Os alcoolicos são consumidos como se não houvesse amanhã, porém jamais nas ruas e transporte público, já que é proibido. As cervejas em lata e principalmente as drafts (chopp) são uma delicia,  encorpadas, mais amargas, e com sabor forte. As Ales são as mais amargas e só recomendadas para os iniciados. Não são servidas quente, mas para apreciar o sabor, a bebida é servida fria, e não estupidamente gelada como no Brasil.

Bebida de mulher é Cider – que na tradução é cidra,  uma cerveja de frutas. Minhas favoritas são de elderflower, maça, pêra e gengibre. As principais marcas são Magners, Bulmers e Gaymers. Aliás, a Ginger Ale ou Beer, apesar do nome,  são apenas refrigerantes de gengibre – e estão na lista das minhas maiores saudades. 


Drinks em baladas são risíveis – com shots mínimos de vodca – tudo muito fraco e caro. Vale mais a pena fazer esquenta em casa mesmo. Vinhos são deliciosamente baratos – italianos, espanhois, portugueses, chilenos, californianos e sul africanos, por 5 pounds a boa garrafa.

Restaurantes do mundo todo – em Londres há restaurantes do mundo todo a preços variados, muito pela influencia dos imigrantes. No Soho, há uma boa concentração de cantinas italianas; O Café Rouge é uma rede francesa bastante acessível. Dentre os orientais, a moda do temaki em SP é substituida pelo Noddles (miojo incrementadissimo) – opção barata e substanciosa para matar a fome. Próximo a Leicester Square tem a China Town com vários restaurante típicos. Também há vasta gama de restaurantes espanhois, brasileiros, mexicanos, colombianos e argentinos na cidade. Mas a grande riqueza são os Vietnamitas, Turcos, Indianos, Gregos e Tailandeses.

Hot-dog – Até isso é diferente. A salsicha que comemos eles chamam de Frankfurt, e servida com pão vira o American Hot Dog. Acompanha maionese, mostarda, catchup ou brown sauce a gosto do freguês. Para incrementar, cebola e queijo cheddar ralado (cheddar é o queijo ingles, muito gostoso, bem maturado, e não é aquele laranja cremoso que você está pensado). Já o hot dog inglês leva a english sausage, que lembra mais a nossa linguiça do que a salsicha. Essa sausage é grelhada e não cozida, e uma quantidade generosa de cebola frita vai ao topo. O cheiro que vem das barracas é alucinante.

Frutas – Um mamão papaya custa uma fortuna, então adapte-se as frutas locais. Aliás a maior parte delas, assim como leite, ovos e vegetais, são organicos. Abuse de pessego, ameixa, nectarina, cereja, blueberry, morango, kiwi, uva rosada, framboesa, maça, pera, amora. Você encontra facilmente banana, manga, laranja e tangerina a preços módicos. As tangerinas são deliciosas, mas a banana é bem menos saborosa que a nossa.

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Fiz um mochilão pela Europa e há algumas dicas utéis que não custam dividir:

Interrail: Com esse passe de trem você pode viajar pela Europa de cima abaixo por pouco. É muito mais econômico do que comprar bilhete e bilhete, mais barato que avião, confortável, não há limite de bagagem. O que eu adoro é a flexibilidade que ele proporciona, podendo decidir na última hora ficar mais ou menos tempo em determinada cidade, assim como alterar seu destino. O cronograma de trens está disponível no site.

Há diferentes tipos de tickets. O GlobalPass, que inclui 30 países; ou 1 ticket para 1 único país,  com diversas opções, entre elas Itália, Espanha, França e Benelux (Bélgica, Holanda, Luxemburgo). Os preços variam de 33 a 112 euros.

No caso do Global Pass, você pode escolher os seguintes tipos de bilhetes: válido por 15 dias; válido por 22 dias; válido por 1 mês; 5 dias de viagem durante 10 dias; ou 10 dias de viagem durante 22 dias. Além dos preços variarem conforme a validade, eles também mudam de acordo com a idade do viajante. Crianças de até 11 anos pagam metade do ticket de adulto; para jovens de 12 a 25 anos há preços promocionais, assim como para maiores de 60 anos.

Para utilizar esse passe, você deve ter residência de pelo menos 6 meses na Europa e o passe não é válido em seu país de residência. Clientes Interrail têm descontos na passagem de volta de avião.

Eurorail: Caso você não tenha residência na Europa de pelo menos 6 meses, você tem a opção do Eurorail, bastante similar ao Interrail, porém um pouco mais caro. De qualquer forma, ainda vale muito mais a pena do que comprar passagens de trem separadamente ou de avião. Também há Global Pass (nesse caso inclui 21 países), e assim como o Interrail os preços variam conforme a idade (jovens até 25 anos pagam menos) e conforme a validade do seu ticket. Eles oferecem tickets a partir de 15 dias até 3 meses de viagem.

Além do ticket para 1 único país, o Eurorail inclui tickets em que você pode escolher 3, 4 ou 5 países que façam fronteiras entre si. E há ainda diversas opções de tickets regionais, como por exemplo: França e Itália, Áustria e Alemanha, Escandinávia, etc.

Hostel – A opção mais barata para acomodação são sempre os hostel com quartos compartilhados. Para não passar apuros ao chegar em uma cidade e ter de procurar um lugar para ficar, você pode reservar com antecedência pela internet (ou ao menos checar onde há vagas). Em sites como Hostelworld, Hostelbookers, além de pesquisar vagas e localização de diversos hostels em todas as cidades, você ainda pode compara-los de acordo com as resenhas de antigos hóspedes. As avalições consideram vários pontos como atmosfera, limpeza, localização, segurança e atendimento.

Nas cidades de Berlim, Munich, Frankfurt, Hamburg, Londres e Viena, eu recomendo o Meininger. Tem conforto e limpeza de hotel e preço de hostel. O mesmo vale para o EasyHotel, nas cidades de Londres, Berlim, Zurique, Budapeste, Edinburgh e Sofia (Bulgária).

Walking City Tours – Mochileiro que é mochileiro por nada entraria naqueles ônibus double deck que fazem city tours na maioria das cidades européias. Mas a ideia de um tour caminhando pela cidade tendo um guia para lhe contar a história de cada pedaço da região central da cidade e muitos de seus pontos turísticos me pareceu bastante interessante. Em Londres, Berlim, Amsterdam, Praga, Bruxelas, Dublin, Edinburgh, Paris, Hamburg, Munich e Madri, há walking tours com guias de língua espanhola e inglesa, que contam muitas lendas e histórias da cidade. O melhor: é de graça, bastando que você dê o valor que acha merecido.

Coachsurfing – Esse site funciona para pessoas se conhecerem e o viajante pede um lugar para ficar para um residente, que provavelmente também está interessado em viajar e ficar na casa de outros viajantes. É como uma comunidade em que uma mão lava a outra. Se a experiência foi boa, o hóspede e o anfitrião trocam depoimentos. Assim, seu perfil se torna mais confiável e o site mais seguro. Além de oferecer sua casa, seu sofá ou um colchão, você também pode se oferecer/pedir apenas para ciceronar um viajante ou sair para um chopinho.

Caronas – Assim como existe o Coachsurfing para acomodação, existe o MitfahrZentrale, comunidade para oferecer/requisitar sua carona pela Europa. Existe em várias cidades desde 1998, mas tem mais popularidade na Alemanha.
Ps: esse foi o único que não experimentei na minha jornada.

Impostos – Turistas podem ser reembolsados do valor pago em impostos sobre em compras acima de 50 euros de Para compras a partir de 50 euros, peça para o atendente além do recibo, o formulário para retorno dos impostos. Isso é válido para compras de até 3 meses. Alguns estabelecimentos pedem seu passaporte. Para ter o imposto pago de volta, basta preencher o pequeno formulário e entregar no guichê no aeroporto para ser carimbado e você poderá ter instantaneamente o valor correspondente aos impostos pagos em dinheiro vivo.

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Antes de embarcar para um intercambio eh importante que se perca a ilusao que um dia eu tive. A nao ser que voce seja superdotado, voce nao aprende ingles por osmose. Nao adianta achar que basta desembarcar em terra estrangeira para incorporar a lingua local. Eu e todos os intercambistas que conheci aqui (talvez exceto o Camilo) estamos levando tempo para melhorar nosso conhecimento. Mais que isso, notamos que eh preciso estudar.

Eh preciso sim ir a aula assiduamente (pessoas que soh trabalham aqui, mesmo com o uso do ingles, tem poucas melhoras), sentar a bunda na cadeira e rever o que aprendeu todos os dias, fazer exercicios chatos, jogar palavra por palavra no google translator para ouvir sua pronuncia, ler livros em ingles no metro e antes de dormir, ouvir radio e assistir TV se possivel, tomar nota em um caderninho do vocabulario aprendido em placas e jornais. E claro, fazer amigos, colegas, e puxar assunto ateh com o homeless se esse for nativo. A imersao do intercambio eh super valida, porque voce aprende coisas novas todos os dias, colocacoes e vocabulario principalmente, e passa a pensar em ingles pouco a pouco. Mas a osmose, aquela que sonhei que aconteceria, meus caros, ela nao acontece.

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Agora engrossou

A partir de 3 de marco entra em vigor uma nova regra para emissao e renovacao de visto para estudantes estrangeiros na Inglaterra. Essa nova regra veio pra complicar a minha vida e de muitos. Sao 3 medidas tomadas:

  • Agora, serah preciso provar por meio de teste da escola ou carta de sua escola de ingles que voce jah tem nivel equivalente a Upper Intermediate. Isso serah necessario para quem vem estudar ingles ou qualquer curso abaixo de graduacao.
  • Se antes instituicoes com nivel A e B poderiam emitir carta de visto, agora somente instituicoes classificadas pelo Home Office como nivel A poderao faze-lo ;
  • A permissao para trabalhar foi reduzida de 20 para apenas 10 horas semanais para estudantes estrangeiros;
  • Tambem nao serah mais permitido entrada de dependentes de estudantes para cursos com duracao de menos de 6 meses .
  • Os dependentes de estudantes nao terao mais permissao para trabalhar no pais, a menos que o curso seja de nivel foundation adiante.

Complicou, neh? Eu estou ligeiramente revoltada com as novas regras. Upper Intermediate eh um nivel bastante elevado, o que irah reduzir o numero de estudantes nao europeus nas escolas de ingles. Na minha classe, ao menos, dentre 20 alunos, apenas 3 sao europeus. Esses estudantes nao europeus – entre eles, turcos, sulamericanos, tailandeses, japoneses, arabes, investem nesse pais. Pagam curso, acomodacao, impostos, celular, compram lembrancinhas, roupas, comida, ou seja, movimentam a economia e me parece que em tempos de recuperacao de crise, esse dinheiro deveria ser muito bem-vindo.

Alem disso, os estudantes nao europeus que trabalham 20 horas por semana, como o permitido atualmente, gastam todos os seus ganhos aqui. Ninguem que trabalhe meio-periodo em trabalhos para estudantes de ingles consegue fazer dinheiro para enviar para seus paises. 

Eu sempre respeitei todas as leis. Trabalho no maximo 20 horas semanais, e o que ganho eh suficiente apenas para pagar o aluguel do meu quarto e meu transporte. O dinheiro que gasto para passear, comprar livros, revistas, roupas, eletronicos, e comida eu tiro das minhas economias do Brasil.  Ou seja, estou investindo meu dinheiro para movimentar a economia de um pais que nao eh meu. E nao estou tirando emprego de ingleses. Afinal, eles podem trabalhar 40 horas semanais, falam seu proprio idioma, estao em casa e serao sempre preferidos. Eu, e outros estudantes estrangeiros, apenas trabalhamos em empregos que os ingleses destenham.

Evitar a entrada de estudantes para mim eh um tiro no peh. O que o Home Office deveria fazer era vistoriar melhor as leis e regras jah impostas. Afinal, eh muito comum ver estudantes trabalhando mais de 20 horas semanais. E se hoje eles jah descumprem a lei, vao continuar a descumpri-la quando for alterada para apenas 10 horas semanais.

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Outra coisa que adoro em Londres sao os onibus 24 horas. Como aqui tambem existe a ‘Lei Seca’, a grande maioria prefere utilizar onibus a ir de carro pra balada. Como a seguranca aqui eh bem diferente do Brasil, essa opcao eh bastante plausivel. Acho tao mais democratico e ateh ecologico nao depender do carro. 

Se voce utiliza o metro com seu Oyster voce nao irah pagar nada a mais para utilizar onibus tambem.
Os onibus sao identificados por um numero e nome do destino. O onibus vai e volta com o mesmo numero e pelo mesmo caminho (jah q quase todas as ruas aqui sao de mao dupla), e isso te ajuda a voltar do ponto de onde partiu. Porem, voce deve prestar muita atencao no destino. Nao adianta soh saber o numero do onibus que voce deve pegar, pois voce poderah parar o lado extremo oposto ao que gostaria. (no comeco isso acontecia direto)

Os onibus aqui nao tem cobrador e eh de bom tom nao falar com o motorista enquanto ele dirige. Entao, guarde as perguntas para os passageiros, mas caso voce nao fale ingles, nao se preocupe, assim como os metros, todo onibus tem um painel audio-visual que informa qual ponto voce estah, qual serah o proximo ponto e qual eh o ponto final daquele onibus. Cada ponto de onibus tem um nome especifico nessa cidade, o que facilita a vida dos perdidos.

Alem disso, nos pontos de onibus, voce encontra um mapinha com o trajeto do onibus, mostrando de onde ele veio, os principais pontos por onde jah passou e os principais pontos que irah passar. Assim, fica mais facil nao entrar no onibus errado. 

Em cada quadrilatero, os pontos de onibus sao identificados por uma letra. E ha um mapa em cada ponto de onibus, mostrando os pontos de onibus daquele quadrilatero, e quais onibus passam em cada um deles. Ou seja, a cidade eh grande, o sistema de transporte e complexo, mas a sinalizacao e incrivel.

Alem disso, alguns pontos de onibus tambem tem um painel que mostra o tempo de espera para o proximo onibus. Assim, dah tempo de tomar um cafezinho ou um cha.

Como nao ha cobradores, voce tem de passar seu Oyster num scanner ao lado do motorista que fica de olho. E caso ele nao fique de olho, vez ou outra, voce pode ser surpreendido pelos fiscais que com um sensor conferem pelo seu cartao, ou comprovante de pagamento. A multa para quem nao pagou a passagem eh de 50 pounds.

Teve turista brasileiro que jah me perguntou isso e sim, voce tem de dar sinal para o onibus parar. Alias, caso utilize trem, voce devera apertar o botao ‘open’ ao lado da porta, ou ela nao irah abrir automaticamente.

Pra quem eh turista, andar de onibus eh um acontecimento, afinal eh uma boa oportunidade para conferir a cidade e olha-la de um bom angulo, jah que os onibus sao altos.

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No inicio eh assustador o mapa do metro, mas logo voce vai descobrir que com apenas uma conexao voce irah chegar em qualquer lugar que desejar. Utilizando o mapa de bolso, ou olhando nos murais expostos nas estacoes voce nao irah se perder. Alem disso, o sistema de transporte londrino facilita a vida dos usuarios com uma sinalizacao bastante adequada.

Por exemplo, na plataforma voce irah encontrar nao apenas a sinalizacao que indica o destino final daquele trem, mas tambem um mapa da linha que mostra todas as estacoes por onde aquele trem irah passar. Muito util! Alem disso, tambem eh informado atraves de paineis o tempo de espera para os proximos trens daquela plataforma.

Dentro do trem, existe um mapa bastante visivel da linha em que voce percorre, alem de um painel audio-visual que  informa: qual estacao voce estah, quais linhas voce pode fazer conexao a partir daquela estacao, qual serah a proxima estacao, e o destino final daquele trem.

Preste  atencao na estacao de destino, pois em linhas como a District Line (verde), e Central Line (vermelha), Picadilly Line (azul royal), Metropolitan Line(vinho), e Nothern Line (preta) elas tem 2 ou 3 possiveis rumos partir de determinado ponto.   

O metro de Londres estah em expansao e devido a isso aos fins de semana eh comum que algumas estacoes fiquem fechadas. Por isso, consulte sempre o site www.tfl.gov.uk ou fique atento aos comunicados do metro nas estacoes. Voce ainda pode se cadastrar no site para receber as notificacoes por email. Eu faco isso e acho uma gentileza receber as informacoes que preciso no meu email.

Dos poucos metros que conheco, SP, Rio e Santiago, o de Londres eh o mais lerdo, mais estreito, e o mais sujo. Nao ha cestos de lixo por medo de bombas, o chao das estacoes eh encardido (alias falta ralo nessa cidade), a acessibilidade nao foi pensada 200 anos atras, entao apenas estacoes mais novas, como as da Jubilee line contam com escadas rolantes e elevadores. Nos mapas, ha sinalizacao sobre quais estacoes sao adaptadas.

Diferente do que ouco sobre o metro de Paris, o de Londres nao fede, tampouco tem pichacoes. Por outro lado, os trens e plataformas sao geralmente muito estreitos e por isso existe uma decepcionante lotacao em horarios de rush. Se voce estiver apressado jah era, porque diferente do Brasil, nao ha aquele empurra empurra. Lotou o trem, espere o proximo como todos fazem. Essa educacao talvez seja de berco, mas principalmente na Central line (linha vermelha) entre 5 e 6 da tarde eh apoiada por um funcionario que controla a quantidade de pessoas que poderah entrar naquele trem. 

O  que adoro no metro londrino eh a distribuicao de jornal gratuito, no geral bem ruinzinhos, mas jah dah pra ter alguma informacao, se distrair um pouco e treinar o ingles. De manha, tem o Metro, e a tarde, o Evening Standard. Tambem adoro os pontos selecionados para os artistas populares. Boa parte das estacoes tem um espaco reservado para um artista popular apresentar sua musica e deixar o chapeu para quem quiser deixar uns troquinhos. Acho gracioso e organizado.

Eh comum ver muitas bicicletas estacionadas, presas a barras de metais, em frente as estacoes de metro, principalmente nas zonas 2, 3 e diante. Londres nao tem tantas bicicletas como Amsterda e Paris, mas muito, muito mais que em Sao Paulo e Rio de Janeiro. Eh que diferente das grandes cidades brasileiras a bicicleta em Londres eh usada como meio de transporte, nao como uma forma de ativismo (como em SP), ou para pratica de esportes (como no Rio). Voce ve homens de terno, bike e capacete. Uma graca, nao eh mesmo?

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